Grupo de Trabalho sobre questões Étnicorraciais, Gênero e Diversidade Sexual da ADUFPel define ações

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O Grupo de Trabalho de Políticas de Classe para Questões Étnicorraciais, Gênero e Diversidade Sexual (GTPCEGDS) local reuniu-se na tarde desta quarta-feira (4) na sede da ADUFPel-SSind. Foram pautados o II Seminário Nacional Integrado do GT, ocorrido entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro, no Rio de Janeiro; ações para o enfrentamento ao assédio moral; mudanças na ficha de sindicalização; entre outros assuntos. 

O encontro, que contou com a participação de docentes da base e da diretora da Seção Sindical e integrante do GT nacional do ANDES-SN, Miriam Alves, deliberou por indicar a construção de diálogos com a comunidade acadêmica e local (movimentos sociais) sobre os temas debatidos no II Seminário Integrado. De acordo com a diretora, “o GTPCEGDS em nossa Seção Sindical vem numa crescente quanto à organização de suas pautas de luta”. Nesse sentido, a docente destaca que a participação no Seminário foi fundamental para que se iniciasse um processo de planejamento de ações locais. 

Sobre assédio moral, foi definida a avaliação da possibilidade de um Termo de Cooperação entre o Ministério Público (MP) e a ADUFPel-SSind na perspectiva de enfrentamento e para dar mais agilidade aos casos. Além disso, o grupo tratou sobre a inclusão dos quesitos raça/cor e identidade de gênero na ficha de sindicalização da Seção Sindical. “Reafirmamos a necessidade do enfrentamento às violências racista e sexista e seus efeitos junto à comunidade acadêmica e local, como, por exemplo, o assédio moral e o adoecimento psíquico”, ressalta Miriam. 

O GTPCEGDS também se apropriará da pesquisa sobre saúde mental docente, realizada pela ADUFPel-SSind, em diálogo com o Grupo de Trabalho de Seguridade Social e Assuntos de Aposentadoria (GTSSA) local.

Próximos passos

Para a próxima reunião, a docente salienta que o GT pretende realizar um debate ampliado com diferentes segmentos de movimentos sociais para a construção de uma agenda de discussão e de luta unificada. “Vivenciamos um período em que as manifestações de ódio são cada vez mais autorizadas pelo Estado que dita ‘quem pode viver e quem pode morrer’, parafraseando Mbembe ao discutir a Necropolítica”. 

Fonte: Assessoria ADUFPel 

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