Em Assembleia Geral, docentes definem estratégias de mobilização para Greve Nacional da Educação

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No final da tarde desta terça-feira (24), docentes da UFPel e do IFSul-CaVG, reunidos em Assembleia Geral (AG), aprovaram o texto da minuta de carga horária docente a ser encaminhado ao Conselho Universitário (Consun) da UFPel e debateram estratégias de mobilização para a Greve Nacional da Educação de 48h, que ocorrerá nos dias 2 e 3 de outubro. 

O texto da minuta, alternativo à proposta da reitoria, tem sido elaborado nos últimos meses pela comissão formada por docentes para tratar sobre as questões relativas à carga horária docente. Durante a AG, documento foi discutido e aprovado por unanimidade pelos/as docentes. 

A professora Eugênia Dias, representando a comissão, contextualizou os motivos da formação do grupo e apresentou a proposta de alteração do artigo 12 da Minuta de Resolução, que dispõe sobre normas para o processo de avaliação de desempenho para fins de progressão e promoção dos servidores docentes do Plano de Carreiras e Cargos do Magistério Federal. Ainda, a alteração da Resolução de número 41, de 26 de outubro de 2017, que estabelece os limites mínimos e máximos de carga horária de aulas dentre as atividades docentes.

Greve Nacional da Educação

Foram, também, pautadas na Assembleia, as estratégias de mobilização para construção da Greve Nacional da Educação de 48h em Pelotas, que acontece nos dias 2 e 3 de outubro. Elencou-se a necessidade de provocar a comunidade acadêmica para paralisar a UFPel, levar o debate, no contexto das unidades, sobre as condições da universidade e ampliar o diálogo e a defesa da instituição junto ao público usuário dos projetos de extensão e comunidade local. Docentes também deliberaram por chamar uma audiência com a reitoria para compreensão do que está por vir em no que diz respeito às condições de funcionamento e manutenção da UFPel. 

Fonte: Assessoria ADUFPel

Foto: Assessoria ADUFPel

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