Ciro defende sua fuga no segundo turno e diz que não se arrepende

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Criticado por ter viajado à Europa logo após o primeiro turno e não ter apoiado o então presidenciável Fernando Haddad na campanha eleitoral do segundo turno, o ex-candidato a presidente da República Ciro Gomes (PDT) afirmou que saiu do Brasil porque “era o limite mínimo para guardar coerência” com o que estava pensando no País.

“Um: que o Haddad tinha perdido a eleição já de véspera porque vamos lembrar que o Haddad é uma fraude. Ou a gente vai esquecer?”, questionou o pedetista em entrevista à BBC Brasil.

De acordo com o ex-ministro, que também governou o Ceará, “Haddad é uma fraude cuja origem eu denunciei ancestralmente, porque foi transformado num vice, convidou a Manuela para ser um terceiro não sei de quê de uma candidatura do Lula”. 

“Toda burocracia do PT sabia, como todas as pedras no caminho sabiam, menos o nosso povo mais simples, que o Lula não podia ser candidato por uma lei que ele próprio colocou em vigor, a lei da ficha limpa. E toda semana no primeiro turno o Haddad ia a Curitiba. O Brasil não precisa de um presidente por procuração”, disse.

“Aquilo estava perdido. Como eu ficava? Ficava aqui e a imprensa me perguntando todo dia por que eu não ia para o palanque e eu ia ter que dizer ou eu, para não atrapalhar, saía. Optei por sair. Eu sou livre. O que eu estou devendo para essa gente? Nada. Me esfolei de trabalhar, lutei, cansei de dizer para todo mundo o que as pesquisas diziam: eu, Ciro Gomes, ganharia as eleições do Bolsonaro no segundo turno”, complementou.

Fonte: Brasil 247

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