Barroso e os arquétipos do fascismo, por Luis Nassif

Por tudo o que se conhece sobre as características intrínsecas do fascismo, o principal porta-voz do fascismo tupiniquim é o Ministro Luís Roberto Barroso. Ele tem utilizado, à exaustão, todo o repertório de discursos e práticas que caracterizaram o fascismo. E a demonstração maior foi sua fala, no evento promovido pelo Estadão.

A saber:

  • Demonização da política.
  • Exacerbação do discurso anticorrupção como bandeira de aliciamento das forças anti-política (Judiciário, Ministério Público).
  • Exacerbação do moralismo, como álibi para a derrubada dos direitos individuais.
  • Retórica da violência/inclemência, expressa nas decisões judiciais, para não diluir o conceito de força, essencial em uma guerra.
  • Apologia da voz das ruas, sem qualquer espécie de mediação, como fator de legitimação dos abusos e da desmoralização da Constituição e das leis através da interpretação subjetiva dos códigos.
  • Desmoralização da nacionalidade, para consolidar a ideia do novo, da refundação, uma espécie de América branca do mercado impondo-se sobre a miscigenação brasileira, que gerou a malandragem dos miúdos e a esperteza dos coronéis.

Fonte: GGN

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