ADUFPel participa de debates sobre o Future-se

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Na segunda quinzena do mês de agosto, a comunidade acadêmica da UFPel deu início a uma série de discussões sobre o Future-se. As reuniões estão sendo realizadas em diversas unidades da Universidade e contribuem para o aprofundamento do debate e fortalecimento de ações contra o Future-se, que objetiva retirar o caráter público das instituições federais de ensino. A participação da ADUFPel-SSind nas atividades de mobilização contra o programa foi deliberada em Assembleia Geral (AG) docente, ocorrida no último dia 20.

Os primeiros locais a realizarem encontros foram o Centro de Artes, Instituto de Biologia, Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Instituto de Ciências Humanas e Faculdade de Enfermagem. Confira onde serão as próximas reuniões:

29/08 (quinta-feira)

Local: Faculdade de Educação (FAE)

Horário: 8h30

Local: Escola Superior de Educação Física( ESEF)

Horário: 11h

Local: Centro de Letras e Comunicação (CLC)

Horário: 18h30

30/08 (sexta-feira)

Local: Medicina Social

Horário: 8h30

02/08 (segunda-feira)

Local: Nutrição

Horário: 8h30

Local: Enfermagem

Horário: 15h30

Docentes posicionam-se contra o Future-se

Além de aprovar a necessidade de que o ANDES-Sindicato Nacional aponte para a construção da greve docente ou da educação, a categoria também posicionou-se contrária ao Future-se e à realização de plebiscito na UFPel. Uma audiência da ADUFPel-SSind com o vice-reitor da Universidade, Luís Centeno do Amaral, ocorrerá sexta-feira (30), às 10h, para apresentação dos encaminhamentos da Assembleia. 

A diretora da ADUFPel-SSind, Larissa Dall’Agnol da Silva, avalia os debates como fundamentais e ressalta que “é importante pensar que um plebiscito é funcional e eficaz quando a gente vive um estado democrático de direito. Com um governo como este, fascista, racista, homofóbico, xenofóbico e lesbofóbico, nós já percebemos que não vivemos mais um estado democrático de direito. Então, não faz sentido a realização de um plebiscito, considerando que nós estamos vivendo um estado de exceção, no qual corremos o risco de perder a nossa autonomia universitária”. 

Fonte: ADUFPel

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