Vigília em Porto Alegre presta solidariedade ao povo palestino por ataques israelenses

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Texto e foto: Eduardo Seidl, especial para o Jornalismo B

No fim da tarde desta quarta-feira, 16, Porto Alegre se juntou às manifestações mundiais em solidariedade ao povo palestino. Há mais de uma semana a Palestina está sob ataque de Israel. Os bombardeios já causaram a morte de mais de 200 palestinos, entre eles muitas crianças. Em Porto Alegre, o Largo Glênio Perez recebeu uma vigília pelo povo palestino.

A principal mobilização da comunidade foi através de 25 lojas pertencentes à comerciantes árabes no Centro de Porto Alegre. Fecharam as portas mais cedo nesta quarta-feira e reuniram familiares e funcionários no ato, organizado pela Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal), com apoio de centrais sindicais, partidos de esquerda e agremiações estudantis. Além disso, organizações como a Fundação José Marti, o Bloco de Lutas e a Marcha Mundial das Mulheres participaram da manifestação. Elayyan Taher Aladdin, presidente da Fepal, diz que estiveram presentes mais de 500 simpatizantes e militantes da causa palestina, entre eles cerca de duzentas pessoas ligadas à comunidade palestina local. Rodrigo Brizola, militante do assentamento Utopia e Luta e integrante do Bloco de Lutas leu a carta aprovada na Assembleia de Solidariedade ao Povo Palestino, realizada na terça-feira.

Além de prestarem solidariedade aos palestinos que estão neste momento sob ataque, as pessoas que compareceram à vigília criticaram o governo do estado do Rio Grande do Sul e as universidades gaúchas que firmaram um acordo com a empresa AEL, filial da Elbit, uma das principais empresas israelenses de tecnologia bélica e de segurança.

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