Apoio ao boicote a Israel se intensifica

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Fonte: Brasil de Fato/ Opera Mundi

Inspirado pelo boicote cultural ao apartheid na África do Sul, o povo palestino pede ao mundo por um boicote econômico e político a Israel, por meio do movimento Boicote, Desinvestimentos e Sanções (BDS). Nascida em 2005, através do chamado de 172 associações, sindicatos, organizações e partidos palestinos, a campanha internacional se intensificou, principalmente, após os recentes ataques de Israel à Faixa de Gaza, iniciados há pouco mais de um mês, e que já causou a morte de mais de 1.900 civis.

Somente neste ano, uma série de vitórias foi conquistada pelo movimento de BDS: o segundo maior fundo de pensão do mundo, o holandês PGGM, decidiu desinvestir nos cinco maiores bancos israelenses por conta de suas operações ilegais nos territórios palestinos ocupados; o maior banco dinamarquês, o Danske, colocou, em sua lista negra, o maior banco israelense, Hapoalim; e grandes empreiteiras europeias saíram de projetos de construção com Israel com medo de serem, também, boicotadas.

Correio eletrônico

Em emails, com os mesmos objetivos, uma campanha elenca as várias multinacionais que mantém relações com Israel, e pede solidariedade de todos a favor do bloqueio. Gigantes como a Coca-Cola, Nestlé , Nike, Danone, além de fundos e bancos como o Barclays são acusados de investirem milhões por ano e apoiarem o estado de Israel.

Grandes grupos de mídia também estão na lista divulgada, entre eles, a AOL Time Warner, Revista Forbes, WaltDisney e a News Corporation. O bilionário Ronald Perelman, além de ser dono da revista Forbes, é proprietário da marca de cosméticos Revlon e financia o centro Simon Wiesenthal, que promove o sionismo pelo mundo.

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