No dia Nacional da Saúde, entidades realizam o ato ‘Defesa da Vida, do SUS e da Democracia’

No dia 5 de agosto, comemora-se o Dia Nacional da Saúde no Brasil. A data foi instituída para celebrar o nascimento do sanitarista Oswaldo Cruz, conhecido por ter deflagrado campanhas de saneamento e por ter um papel fundamental no combate e erradicação das epidemias de peste bubônica, febre amarela e varíola no Brasil, no começo do século XX. 

Apesar de já terem passado mais de 100 anos da morte do sanitarista, as suas conquistas e legado são responsáveis por influenciar a defesa da ciência, da vida e da saúde pública. 

Diante do atual contexto, em que o Governo Federal descredibiliza a ciência e conduz uma política genocida, é fundamental marcar a data como um dia de luta. Por esse motivo, a Frente Pela Vida realizou, nesta quinta-feira, o ato “Defesa da Vida, do SUS e da Democracia”, que também fez parte da agenda da Campanha Fora Bolsonaro

Manifestantes reuniram-se às 10h, em frente ao Congresso Nacional, para dialogar com a população. A atividade também resultou na entrega de um manifesto na CPI da Pandemia, no Congresso Nacional, que contou com a presença de representantes do Conselho Nacional de Saúde, da Frente pela Vida, do Sindicato Nacional da Fiocruz, do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (Cebes) e da Sociedade Brasileira de Pesquisa Científica. 

O protesto buscou denunciar a naturalização que tanto o governo quanto os meios de comunicação hegemônicos vêm tratando a estabilização e/ou queda do número de internações e mortes ainda, embora ainda altos. O Brasil ainda configura-se como o epicentro da pandemia na América Latina, com uma média de novos casos nos últimos 7 dias de 32.712, sem levar em consideração as subnotificações. Soma-se a isso, os riscos apresentados pela variante Delta, altamente transmissível e mais grave. 

Leia aqui o manifesto. 

Fonte: Assessoria ADUFPel/ Com informações de Conselho Nacional de Saúde

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