Classe C volta para a miséria

Como consequência da política ultraliberal do governo Bolsonaro e do descaso com a pandemia, a classe C está sendo empurrada rapidamente de volta às classes D e E. De acordo com pesquisas de diferentes órgãos, as famílias que ascenderam socialmente durante os governos Lula (2003-2011), estão indo direto para a miséria.

Milhões de brasileiros retrocedem a situações mais precárias. Para 2021, enquanto as classes mais favorecidas começam a estabilizar a renda ou a obter ganhos, as classes D e E, inchada pela classe C, apresentarão queda de quase 15% nos rendimentos.

A agenda ultraliberal aumenta a desigualdade social brasileira e retarda a recuperação econômica, uma vez que esse contingente da população consumirá menos.

Segundo a FGV Social (Fundação Getúlio Vargas), antes da pandemia, em 2019, o Brasil tinha cerca de 24 milhões de pessoas na pobreza extrema, ou 11% da população, vivendo com menos de R$ 246,00 ao mês. Agora, são 35 milhões, ou 16% do total. Sem um pagamento do auxílio emergencial digno, o governo Bolsonaro empurra brasileiros a uma vida pior. 

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia (SBBA)

Imagem: Canva Pro

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