Será preciso ficar em casa para evitar 2ª onda de COVID-19, alerta fundador da Anvisa

Em meio a uma segunda onda de casos de COVID-19 na Europa, a plataforma Info Tracker da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), informou que houve um salto de 50% nos casos suspeitos de coronavírus na capital paulista entre agosto e novembro.

A plataforma, que monitora o avanço da pandemia, levanta a suposição sobre uma segunda onda da doença. No entanto, até que ponto se pode pensar em um segundo surto de COVID-19 no Brasil?

Na opinião de Gonzalo Vecina Neto, fundador da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e professor da Faculdade de Saúde Pública da USP, há vários sinais de que estaríamos vivendo uma segunda onda, que ele prefere classificar como recrudescimento da primeira, pois não acredita que esta tenha acabado.

“Nós estamos vivendo um aumento de casos e do número de mortes. Isso está acontecendo no Brasil todo. Os estados que foram menos afetados, neste momento, têm um número maior de casos. Já os estados do Norte que tiveram muitos casos estão sendo menos afetados. Há crescimento de casos em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, e no interior paulista. É preciso ter cuidado e atenção para esse recrudescimento – ou até mesmo uma segunda onda – que está ocorrendo no país”, avalia o especialista.


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Fonte: Sputnik News

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